Ainda há espaço para o amor no século XXI?

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Ainda há espaço para o amor

Não só no século XXI, como no XXII, XXIII e por aí afora. O amor é o mais nobre de todos os  sentimentos, seja ele do tipo que for e, sendo assim, ele é a mola propulsora da humanidade.

O amor se faz presente na vida do ser humano em todas as fases da vida e em todas as circunstâncias, independente de sexo, idade, cor, raça e tamanho.

É possível alguém que não ame?

Apesar de existirem pessoas insensíveis, é quase impossível acreditar que essa nunca tenha amado alguém em sua vida. Talvez um tipo de amor selvagem, possessivo, egoísta, mas enfim, um sentimento muito forte que tenha mexido com a pessoa e, com isso, a parte amada passou a ser especial para ela, não importa como.

Sentimentos são fatos, estado de espírito, algo que preenche a vida e dá sentido à mesma. Deem o nome que quiser, mas eles sempre existiram e nunca deixarão de existir.

Muita paixão e pouco amor

O que está ocorrendo em nosso século, é que estamos presenciando muitas relações de curto prazo e muitos casais apaixonados, o que se torna um paradoxo. A paixão está falando mais alto que o amor e, com isso, poucos casais ficam juntos o tempo suficiente para se ligarem um ao outro por amor. Quando percebem que o sentimento está se intensificando, procuram romper a relação. O que parece é que quase ninguém mais quer levar nada a sério ou assumir um compromisso, mesmo que por amor, para não privar-se de sua liberdade.

Qual o sentido de liberdade sem amor

O que ocorre é que estamos vendo cada vez mais pessoas solitárias, tanto homens como mulheres. Ambos queixam-se da solidão, mas não são capazes de sacrificar nada em prol deu um relacionamento duradouro com a pessoa que amam. As pessoas estão se individualizando cada vez mais e ninguém quer ceder nada. Vemos muitas cobranças e muitas traições acontecendo, porém o amor continua a existir, só que esse parece sufocar alguns nos dias de hoje.

Afinal, o que homens e mulheres esperam da vida no século XXI?

Se observarmos bem, podemos concluir que ambos querem uma vida livre: nada de casamento, filhos, família. Porém o tempo passa e todos nós envelhecemos um dia. De que nos valeu ter tido tantos amores e aventuras se não conseguimos conquistar nada de sólido para nossa velhice?

Seria bom reavaliar valores e ver que nem sempre essa liberdade irá nos fazer bem em dias futuros.

Por Ana Virginia Miotto
Redação Dona Giraffa

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