Ciúme: o veneno dos relacionamentos

Comportamento

Ciúme

Apesar de muitas pessoas dizerem que o ciúme é o tempero do relacionamento, devemos lembrar sempre que tempero também pode intoxicar.

Ciúme no sentido de cuidado é até relevante, mas quando esse passa para o campo da possessão, não há quem aguente.

Vigilância constante

Existem pessoas que realmente não nasceram para conviver com ninguém. Elas se julgam donas de quem está ao seu lado e com isso passam a ter um comportamento extremamente ridículo e indigno de quem está aqui pra amar e ser amado (a). Sem querer sufocam aqueles a quem dizem amar. Conseguem vigiar diuturnamente a pessoa como, se assim procedendo, não corressem o menor risco de serem traídos (as).

Ciúmes só geram brigas

Quando só um na relação é portador de ciúmes, é muito complicado. Agora, imagine quando os dois são ciumentos. Não há clima nenhum pra dialogar, conversar numa boa, ver os pontos positivos e negativos na relação, enfim, não há clima pra nada. Ambos alteram-se por pouco e por bobagens e, não existe argumento que os faça mudar de ideia. Pior que os dois querem a razão pra si e não abrem mão disso.

Não há lugar bom para o ciumento

Onde quer ele (a) vá com a namorada (o) ou esposa (o), desde que tenha outras pessoas por perto (e isso sempre tem), o ciumento (a) sente-se ameaçado e já vítima de traição. Ele (a) não confia na sua própria sombra. Com isso perde os melhores momentos da relação, enquanto que podia estar dividindo espaço com amigos e divertindo-se com risos e conversas agradáveis. Ele (a) não consegue porque está de olhos e ouvidos atentos à companheira (o), na preocupação de onde está voltada a sua atenção.

Muita pressão esfria o relacionamento

Não há quem aguente, por mais que goste do parceiro (a), sentir-se coagida em seus atos e escrava de situações que irão gerar brigas constantes. É aí que a razão fala mais alto e a pessoa mais prejudicada dá seu grito de liberdade. Isso significa o fim de uma relação que tinha tudo para dar certo, mas, por conta de ciúmes desenfreados, ela não vai nem até a página seguinte.

Ciúme, veneno sem antídoto

Alguns casais, mesmo após separarem-se por conta do ciúme, continuam cultivando esse como se a outra pessoa ainda fizesse parte de sua vida. E, a cada reencontro, dá pra perceber que o mal ainda está aí presente. São incapazes de desfazerem-se do “direito de posse” e, mesmo separados, julgam-se ainda “donos” um do outro.

Por Ana Virginia Miotto
Redação Dona Giraffa

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