Como você ama?

Comportamento

Como você ama

No amor romântico, sejamos inteligentes, e o seu potencial será ainda maior. Em primeiro lugar, deve haver liberdade e em segundo, confiança, em si mesmo e no outro. Precisamos saber amar a nós próprios para deixar o amor circular livremente. Toda vez que alguma coisa não nos agrada em nós mesmos, lá nós criamos um nó, lá o amor não passa, ali nada penetra. Tratemos de nos amar, primeiramente, exercitando ser o melhor que podemos ser, de um jeito que obteremos o auto-amor.

Depois, quando a conquista do amor do outro surge, que o tratemos como a flor do campo, que cresce livremente sem saber por quê. Que liberemos o espaço para o amor continuar a crescer, limpando do terreno arenoso do nosso coração os sentimentos contrários ao amor: ciúme, possessividade, orgulho. Que o reguemos com generosidade, gentileza e delicadeza e ele florescerá ainda mais.

A partir daí, não será preciso sugar a energia do seu amado. É muito comum uma tendência a se espelhar exclusivamente no que outro pensa, a querer toda a atenção, a ser controlador por ser ciumento. Você pode jogar tudo isso fora! Só é preciso que você se aceite e se ame o suficiente. Se alguém lhe fizer algo, então essa pessoa não lhe merece.

Para as mulheres, um recado especial: antes de encontrar o amor da sua vida, você se arrumava para o mundo e se comportava com naturalidade… e deve continuar fazendo o mesmo. É lógico que é preciso saber modificar sua postura quando deixa de ser solteira e passa a ser compromissada. Entretanto, nada justifica alterar o tom de voz, o jeito de andar, o jeito de se arrumar ou literalmente abaixar a cabeça.

As mulheres foram feitas para naturalmente enfeitar o mundo. Cuide-se e não deixe ninguém, nem o seu amado, apagar seu brilho. Afinal, o amor chegou para lhe fazer mais bela. E para os homens: não tenham vergonha de amar, pois o amor enobrece, aperfeiçoa e valoriza a sua pessoa. Que fique claro, ainda, um último ponto.

O amor não é cego: ele apenas releva com bondade os defeitos conhecidos, julgando infinitamente mais adoráveis as qualidades que o despertam.

Por Érica Marina
Redação Dona Giraffa

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