Reviver um grande amor, será que vale a pena?

A imagem dele não sai da sua cabeça. O relacionamento já acabou há um tempo e ainda assim você pensa que não há ninguém como ele. O grande amor da sua vida passou e agora só lhe resta as lembranças.

A cada dia que passa você só imagina uma coisa: voltar para ele e reviver a sua história de amor, mas o medo sempre aparece: será se vale à pena retornar o que ficou no passado?

Não somos donos do destino e muito menos podemos prever o que vai acontecer na sua vida, no entanto, podemos te ajudar para que você decida se o melhor a fazer é voltar para ele ou seguir em frente.

Ah, as lembranças…

Quando um amor se vai, o primeiro sentimento que fica é o de raiva e você se questiona o porquê de ter terminado, fica indignada com ele e começa a criar mil e umas teorias sobre o motivo do fim. Depois vem a fase da culpa: eu não deveria ter feito isso, eu deveria ter agido melhor. Mais alguns meses se passam e o que sobra são as lembranças, geralmente as boas.

Mulher com coração partido

Foto: (c) Can Stock Photo

Em qualquer ser humano é normal lembrar-se dos momentos bons e deixar os maus de lado: você esquece que brigavam muito ou que não tinham compatibilidade. Nós mulheres temos um pequeno defeito: idealizamos demais. O cara às vezes nem era tudo isso, mas os anos afastados apagaram as safadezas dele e na sua mente ele era o príncipe encantado.

Mas se este não era o caso de vocês e todos o viam como um casal que combinava perfeitamente, fica ainda mais difícil entender o porquê do relacionamento ter ido por água abaixo.

Geralmente o grande amor da nossa vida é aquele primeiro namorado, que te levava no cinema, era carinhoso com você e te dava toda a atenção. Os homens que vieram a seguir não tinham nada disso: tinham manias chatas e não eram tão atenciosos.

Mas amiga, lembre-se de uma coisa: a cada novo relacionamento acabamos criando ‘escudos’ e aquele seu primeiro namorado não tinha nada disso, já que provavelmente este era também o começo da vida amorosa dele.

Os vícios de relacionamento são comuns em todos, mas na nossa mente nos esquecemos deste detalhe e nos prendemos em uma imagem de um homem ingênuo que ainda aprendia a amar.

O lado científico do amor do passado

Para não ficarmos apenas no achismo, uma pesquisa americana revelou o seguinte: os ex-namorados que cresceram juntos (ou seja, eram companheiros na adolescência ou na época dos vinte e poucos anos) tem uma chance muito maior de ter um reencontro duradouro do que os outros casais. (O que é o amor verdadeiro?)

casal de mão dadas vivendo um amor

Foto: (c) Can Stock Photo

Motivo? Os dois passaram por experiências semelhantes, descobriram várias coisas juntos e criaram a sua personalidade juntos. Dizem até que é durante o período da adolescência que criamos a base para os relacionamentos futuros.

Mas há um porém: este reencontro só dá certo quando o motivo da separação não foi brigas, nem traição. Se os pombinhos se separam por causa da família que era contra ou da distância entre cidades, as chances do amor dar certo são altíssimas.

Com estes dados você já pode começar a pensar se o seu relacionamento se enquadra nestes fatores, no entanto eu tenho que colocar mais um “mas” aqui. A nossa vida não é uma matemática, nós devemos é seguir o coração!

Faça o que o seu coração manda

Às vezes temos receio de seguir a nossa intuição e acabar nos machucando. Contudo pense o seguinte: se sem tomar uma atitude você continua sofrendo, então arranque logo esta ferida e enfrente a situação.

-> Medo de declarar o seu amor? Saiba o que fazer!

Se você realmente acha que ele é o amor da sua vida, ligue para ele e marque um encontro. Se ele já tem outra, converse como amigos. Não crie muito expectativa em cima deste encontro: se os anos se passaram ele estará com outra aparência e outras idéias, ninguém fica imune à passagem do tempo e continua com os mesmos pensamentos.

A palavra de ordem aqui é: não tenha medo! Dar uma segunda chance não deve ser visto como fraqueza e sim como uma forma de saber se perdoar e arriscar. A vida é única e você não deve ficar se prendendo a julgamentos ou conselhos de outras pessoas se a sua mente diz para seguir em frente.

Por Samantha Alievi
Redação Dona Giraffa
Crédito das Imagens: (c) Can Stock Photo

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2 Comentários em Reviver um grande amor, será que vale a pena?
  • Clara disse:

    Contarei um pouco da minha grande e única história de amor, que por ironia do destino, acabou em pizza e com uma grande saudades no peito. Bom eu aos anos, conheci o JAP, rapaz que vir uma vez numA FESTA na casa de uma amiga e só 1 anos depois perguntei pra ela de quem se tratava. Marcamos um dia pra ela me apresentar o moço, quando cheguei na casa estava ele lá, meu coração começou a pular, e minhã mão suava muito. O chamei pra tomar um ar, pois estava muito calor, fomos a uma sorveteria e quando votamos já estávamos numa grande paixão a 1ª vista.

    Anos se passaram, o amor crescia e os obstáculos também, entre ida e volta, sempre achei que ficaríamos juntos pra sempre, mais quando estava com 4 ano de namoro, ele resolveu ir viajar sozinho pra sua terra natal, e eu fiquei esperando ele voltar, que pra minha surpresa, isso não aconteceu. Em 30 dias de férias ele engravidou uma outra moça e se casou com ela, sem terminar comigo, quando fiquei sabendo quis morrer, pois era o homem da minha vida, tinha planos em ter filhos, construir uma família, mais ele acabou com meu sonho. Já se passaram 11 anos nesta semana recebi um recado dele no meu face, que ele estava visitando uns parentes e queria se encontrar comigo, desde então sinto meu coração bater mais forte, as lembranças do passado se acordando em meu pensamento, e agora já tenho minha família, não posso deixar tudo por uma noite de amor, ou um dia de bate papo, mais confesso que minha vontade é poder rever este este passado. Queria saber o que vocês leitora fariam se estivesse no meu caso. Ia rever este amor mal resolvido ou deixaria queto?

  • Maria disse:

    Passei por uma experiência parecida. Me casei com outra pessoa, constitui família e fiquei viúva. Antes de ficar viúva fiquei sabendo que o meu primeiro amor, o qual nunca esqueci, havia morrido aos 38 anos e solteiro. Me arrependo todos os dias por não tê-lo procurado para lhe dizer que nunca o havia esquecido. Carrego comigo uma dor que morrerá comigo. A decisão é sua…

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    Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção. Antoine de Saint-Exupéry