Corrimento vaginal: causas, tratamento e prevenção

O corpo feminino possui corrimentos que atingem muitas mulheres ao longo da vida, e já é algo encarado com tranquilidade. Esse corrimento pode ocorrer durante as fases do ciclo menstrual, quando o corpo produz secreções naturais do organismo feminino.

Corrimento vaginal

Foto: (c) Can Stock Photo

Suas aparências variam, podendo ser transparentes, esbranquiçadas e até mesmo ter um tom levemente amarelado.

No entanto, esse corrimento inofensivo é muitas vezes confundido com o corrimento vaginal, também chamado leucorreia.

É possível diferenciar os dois corrimentos facilmente: enquanto o corrimento normal não possui nenhum sintoma, o corrimento vaginal causa dor, coceira ou cheiro desagradável.

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Esse corrimento causa ainda uma espécie de mancha na calcinha que pode ser branco-acinzentada ou então amarelo-esverdeada e pode ter associação com uma dor na região pélvica, mais conhecida como dor de baixo ventre.

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É importante ressaltar que esse corrimento não se trata de uma doença, mas sim de um indicativo de que algo não está bem e que, por conta de uma inflamação dos tecidos vaginais, é produzida essa secreção anormal, o muco.

Causas

As causas da inflamação nos tecidos vaginais variam. Muitas vezes o motivo é uma reação alérgica a algum produto utilizado durante o banho ou na lavagem das roupas íntimas. Além disso, o corrimento pode ser causado por bactérias, fungos ou vírus.

A candidíase é um dos problemas que têm relação com o corrimento vaginal. Originada por um fungo, ela é uma espécie de micose que influencia na produção de um muco com consistência espessa, semelhante à nata do leite. Na maioria dos casos a candidíase está relacionada à baixa da imunidade do organismo.

Tratamento

Ao diagnosticar o corrimento vaginal, o médico irá receitar à paciente antibióticos ou antifúngicos, que podem ser administrados por via oral ou então na forma de cremes vaginais. O tratamento dura entre 7 a 10 dias para surtir efeito, com a média de 8 dias.

Foto: (c) Can Stock Photo

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Corrimento vaginal pode ser sintoma de algo mais grave

E as causas dessa inflamação podem ser diversas. “Muitas vezes o corrimento aparece por conta de uma reação alérgica a algum produto usado no banho ou para lavar a roupa íntima, por exemplo. Também pode ser sintoma de infecções provocadas por bactérias, fungos ou até mesmo vírus”, afirma.

Uma das doenças mais comuns associadas ao corrimento vaginal é a candidíase. Provocada por um fungo, trata-se de uma espécie de micose que induz a produção de um muco bastante espesso, tipo nata de leite. Essa infecção está geralmente ligada à baixa da imunidade do organismo.

Nesses casos o tratamento é realizado com prescrição médica de antibióticos e antifúngicos via oral ou em forma de cremes vaginais. Dobao afirma que, em geral, o corrimento desaparece após oito dias de tratamento.

O tratamento indicado deve ser adquirido com prescrição médica, pois serão necessários antibióticos e até mesmo antifúngicos, além de cremes vaginais. O tratamento demora de 7 a 10 dias para surtir efeito.

Dicas

Para evitar problemas dessa espécie, é preciso promover algumas adaptações em sua vida e, assim, manter sua região íntima longe de corrimentos vaginais e problemas associados:

• Usar calcinhas de algodão: tecidos sintéticos, de renda ou lycra costumam abafar a região íntima da mulher. Como a saúde vaginal depende da entrada de ar, o aconselhável é utilizar calcinhas de algodão, que permitem que o ar entre.

• Dormir sem calcinha: Além de utilizar calcinha de algodão, é recomendado que você durma sem calcinha, para que a região íntima respire. Isso evita a umidade e, consequentemente, a proliferação de fungos e bactérias.

• Utilizar sabonete específico: Os sabonetes feitos para higiene íntima possuem um pH abaixo de 6, que ajuda bastante a manter a área íntima saudável, protegendo a pele da proliferação de bactérias e minimizando os riscos de alergia.

• Evite utilizar protetores de calcinha: Esses protetores acabam prendendo a transpiração íntima. Assim, em um ambiente com umidade e calor, os micro-organismos se desenvolvem facilmente.

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Além dos protetores, os absorventes também requerem cuidados. O ideal é que sejam trocados a cada 4 horas, para que o ambiente não aqueça ou fique em contato com o sangue.

Por Franciele Bueno
Redação Dona Giraffa
Crédito da Imagem: (c) Can Stock Photo

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